A Arte de Desenhar Retratos – Renato Silva

Obscurecida pelo tempo, pelas décadas de ausência das suas obras das livrarias, a memória de Renato Silva volta a pulsar na mente das pessoas que o reputam como o maior dos mestres brasileiros do ensino da arte de desenhar. E dada a sua vasta obra na área da arte-educação, o legado impressionante de Renato Silva reverbera nas várias gerações de artistas nacionais formados sob sua influência.

 

A coleção A Arte de Desenhar foi pensada por Renato Silva e expressa em mais de cem volumes; ela foi publicada originalmente no transcorrer de duas décadas, nos anos 1940 e 1950; agora, a coleção vem sendo recuperada cuidadosamente e trazida de volta às livrarias e às estantes dos estudantes de hoje, que desfrutam dos ensinamentos do mestre assim como ocorreu em outras épocas com os estudantes do passado — a iniciativa parte da Editora Criativo que, recentemente, fez reviver também o primeiro livro nacional dedicado ao ensino de arte, Manual Prático de Desenho, com proposta semelhante de seu autor Renato Silva, e publicada pela primeira vez no longínquo 1939. A Arte de Desenhar Retratos – Renato Silva

 

A tematização é o diferencial da coleção A Arte de Desenhar — possuidor dessa obra completa, o aluno vai encontrar com certeza tudo aquilo que desejar no aprendizado de desenho artístico. Neste volume, o de número 14, o tema retratos é dos mais comuns e presente em todas as obras que ensinam a desenhar, porém, não do modo prático colocado pelo mestre Renato Silva. Pelos seus métodos, com pouco treino, o aluno já está apto a criar seus retratos finalizados com luz e sombra.

 

Fazer desenhos baseados nos rostos de figuras conhecidas é um dos primeiros impulsos criativos do estudante de arte e este volume fornece o incentivo necessário, a instrumentalização básica para que o aluno pratique, com a certeza de que vai dominar esse seguimento da arte ilustrativa.

 

Renato Silva, depois de trabalhar por longos anos como ilustrador de jornais, revistas e livros, atingiu o esplendor de seu potencial artístico ao se fazer professor, tarefa à qual dedicou mais da metade de sua vida produtiva de quase oito décadas

 

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